quarta-feira, 21 de abril de 2010
Sofie, a menina dos sonhos impossiveis, do sofrimento constante e da insegurança permanente.
Na companhia do seu avô, um homem velho, simples e indiferente, sempre se esforçou para que sua neta tivesse uma boa vida. Ou pelo menos, bons estudos. Após perder sua unica filha em um acontecimento de terror no pequeno vilarejo em que viviam, ele nunca contou a Sofie a verdade sobre a morte de sua mãe. Digamos que ele nunca contava a verdade pra Sofie.
Não a muito tempo atras, todas as tardes, sentada no seu balanço ouvindo Oasis, ela fazia planos sobre como seria quando precisasse ir embora. Ela sonhava com uma realidade livre e unicamente especial, separada só pra ela. Sonhava com as portas abertas, com a janela iluminada e com a escada pequena pra quando precisasse fugir rápido. Ela nunca entendeu ao certo, a malicia que habita nas pessoas. Os fantasmas
da incerteza e a razão pra tantos corações partidos.
Sofie não tinha muitos amigos, nem com quem dividir seus sonhos. E por isso, talvez, ela nunca saiba o que seja a verdadeira felicidade. Se é que terá a sorte de sentir o que é o amor; muito pra poucos, nada pra alguns. Fato é, que os caminhos para ela são longos e estreitos, dolorosos e intermináveis, confusos e insatisfatórios. Ela ainda não teve experiência com a decepção, e por isso se sente tão pequena no meio da famosa multidão.
Os anos passaram.. Sofie cresceu, com a mesma pequena mentalidade.
Ainda vivendo sua vida ignorante, imaginando como seria se um dia tivesse tido oportunidade e opções diferentes, se seria mais realizada e poderia ao menos experimentar um pouco do que sempre se ouvia falar nas músicas.
E já que ninguém ensinou a Sofie, eu, com todo prazer lhe apresento: ATITUDE, você poderia ter conhecido um mundo de sentimentos se a tivesse tomado.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
tô carente.
É, tô carente. Não fisicamente, emociolmente acho. Eu vejo séries e choro, eu ouço músicas e choro, eu leio frases e choro, eu pinto a unha e choro, eu durmo e choro, eu tomo banho e choro, eu não faço nada e choro. Sem motivos. Acho que isso é pressão, pré-porto seguro de domingo. Ou pode ser tpm também. Mas só de pensar que vou ficar 1 semana sem meus pais em casa .. viu, comecei a chorar. Não que eu tenha uma total dependência deles, mas ultimamente tenho ficado muito em casa, o que só aumenta o nosso contato e afeto. Aquela história de rotina, sabe ? Por outro lado eu até gosto de ficar em casa sem eles. Música alta, internet de madrugada, dormir com as amigas, comer até expludir, não arrumar o quarto e comprar besteira com o dinheiro que eles deixam pra emergência que nunca acontece, e sempre acaba sendo gasto com futilidades compulsivas.
É bom também, que eu fique com a minha avó. Acabo contando tudo, as poucas coisas que eu não conto pra minha mãe, e ela sempre faz tudo que eu peço, ou seja, batata frita e besteiras everytime. Mas sim, eu vou sentir saudades. Espero que a semana passe rápido, o que eu sei que não vai acontecer. Dois feriados, três dias sem aula. Só me resta assistir One Thee Hill e Gossip Girl pra fazer o tempo passar. Como se isso já não fosse normal..
sábado, 10 de abril de 2010
I looking for ...
" Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e começei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento, quando me amei de verdade, começei a me livrar de tudo o que não fosse saudável, pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse pra baixo, de inicio minha razão chamou essa atitude de egoismo, hoje sei que se chama - Amor próprio. " (Charles Chaplin)
Aprendemos com os nossos erros e crescemos sem ao menos perceber. Um furo no dedo me fez pensar em muitas coisas, minha cebeça se encheu de teorias e hipoteses: imagine que o que te machucou seja alguém sem muita importância, insignificante. Lembre-se da pequena dor que isso te causou. Nada muito doloroso, certo? Mas por menor dor que seja, te fez sentir incomodado. As vezes, as pessoas são assim: pequenas, insignificantes, porém te incomodam. Geralmente, nesses casos, o problema não esta na pessoa, o problema esta em você. Porque por mais que ela te incomode de alguma forma, quem resolve dar atenção ou não é você. Então não ligue pra certos incômodos. Simplesmente ignore-os.
Afinal, o que TE importa, não ME importa mais.
Aprendemos com os nossos erros e crescemos sem ao menos perceber. Um furo no dedo me fez pensar em muitas coisas, minha cebeça se encheu de teorias e hipoteses: imagine que o que te machucou seja alguém sem muita importância, insignificante. Lembre-se da pequena dor que isso te causou. Nada muito doloroso, certo? Mas por menor dor que seja, te fez sentir incomodado. As vezes, as pessoas são assim: pequenas, insignificantes, porém te incomodam. Geralmente, nesses casos, o problema não esta na pessoa, o problema esta em você. Porque por mais que ela te incomode de alguma forma, quem resolve dar atenção ou não é você. Então não ligue pra certos incômodos. Simplesmente ignore-os.
Afinal, o que TE importa, não ME importa mais.
Pra saber quem somos.
"Pra saber quem somos, basta que observem tudo o que já fizemos
em nossas vidas. Os fatos revelam tudo, as ATITUDES confirmam.
Porque o que você diz - com todo respeito - é só o que você diz!"
Fernando Pessoa.
em nossas vidas. Os fatos revelam tudo, as ATITUDES confirmam.
Porque o que você diz - com todo respeito - é só o que você diz!"
Fernando Pessoa.
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